quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Ouçam suas meias.
...Ou melhor, leiam o que está escrito nelas.
Você deve estar achando que eu sou louco, né ? Não vou negar sua razão, mas posso provar minha inocência neste caso, e a isso serão dedicados os próximos parágrafos.
Já fazem umas boas semanas desde o último reboliço na “repartição de controle de efeitos coração-partido e outros bichos mais” no meu departamento de “assuntos diplomáticos com o sexo oposto”, mas, como é de praxe nesse tipo de processo, volta e meia o universo cruza a linha entro o senso de humor e o sadismo e dá uma paulada na gente.
Acordei com meu colega de apartamento cantarolando músicas que me lembram dela, levantei e dei um pequeno passo pra frente, só me mexendo o suficiente para tropeçar na minha mochila e ver os resquícios que a dita cuja deixou lá, abri a porta, fui até o banheiro escovar os dentes, sempre acompanhado pela trilha sonora anteriormente citada.
Assim que dirijo a palavra a meus queridos companheiros de apartamento, o assunto chega nas contas, como sempre acontece em começo de mês. Mas porque diabos eles tinham que me lembrar do quanto eu gastei ligando pra dita cuja ??? E porque o assunto tem que se aprofundar em tal obscuridade ???
No meio daquele monte de pensamentos atormentadores e sem linearidade de quem acabou de acordar atrasado pro trabalho, a cantoria já era suficiente.
Fui até meu quarto, peguei uma roupa limpa, entrei no banheiro, a joguei no chão, e em um movimento naturalmente looser, me olhei no espelho, apoiei as duas mãos na pia, e olhei pra baixo.
Foi quando vi as meias, e a verdade me foi revelada.
Estava lá escrito em letras cavalares: GET OVER !!!
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AriEL;
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00:19
2
argumentos falaciosos
Divirta-se: Posts madrugantes do Ariel
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Você não resolve mais seus problemas...
Você se conforma com a existência deles...
Tenho dito!
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Neckel
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Divirta-se: nada
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Coisas que eu não consigo ficar sem postar; parte 82: O dia do estudante de 2005.
É incrível o que se encontra na casa dos pais da gente.
E lá estava eu; revirando minhas coisas de ensino médio; quando encontrei um texto meu da época do segundo ano; assim que terminei de ler; minhas mãos começaram a coçar. Fazia tempo que eu não tinha esse sentimento; mas eu reconheci ele na hora. Eu precisava postar aquilo no blog.
Então; lá vou eu:
O dia do estudante.
Redigido originalmente por Ariel Werle; no dia do estudante de 2005.
Era um dia como outro qualquer, estava na Topic, indo até o colégio para mais um dia de dor e sofrimento, quando ouvi uma conversa entre minhas colegas Sílvia e Deisi, sobre uma tal missa, que viria a acontecer naquele dia, onde se esperava a presença de todos os alunos do colégio.
A missa, é claro, murmurei, afinal era um pensamento revoltante demais para ficar só na minha cabeça, um murmúrio foi o mínimo que pude fazer para encerrá-lo com dignidade.
No dia do estudante, se não bastasse ter aula, teríamos missa.
Chegando no centro de torturas, digo, colégio, percebia-se uma certa diferença no ambiente, os alunos estavam, em maioria, dispersos em frente ao recinto, e não dentro dele, como era de se esperar. Aquilo não pôde deixar de me parecer um protesto involuntário e extremamente despretensioso à tirania da escola.
Entrei, deixei minha mochila na masmorra, digo, sala, e saí para me juntar aos protestantes despretensiosos. Logo me deixei envolver em uma discussão com Mairo e Tiago, sobre a performance da fanfarra que tocava nas proximidades e, quando nos demos conta, os sinos tocavam e as turmas se dirigiam à igreja, e sim, dessa vez é uma igreja mesmo.
A missa foi chata, mas para ir além do óbvio, ela até que teve seus bons momentos, como a inesquecível cara inconformada da Cleide. (Nota póstuma: realmente foi uma cara inesquecível, apesar de eu nunca ter conseguido discernir as emoções misturadas nela, e da Cleide nunca ter conseguido reproduzi-la)
Voltando ao colégio, fui até a sala assistir à aula, quando avistei minha professora de português (a querida super linda e inteligentíssima corretora desta redação) cercada por um grupo de alunos do terceiro ano. Ela falava a eles de uma dor no joelho.
No dia do estudante, se não bastasse aula e missa, teríamos aula de matemática.
Parecia um dia perdido, eu não via a hora de chegar em casa e dormir, quando então recebi a minha nota da prova de matemática, OITO E MEIO !!! Minha nota mais alta na disciplina em muito tempo. - Pelo menos uma notícia boa - pensei para mim, quando o diretor cruzou a porta e anunciou que o recreio duraria uma hora, e aconteceria no castelo, digo, seminário(Nota póstuma: sim, era um colégio de irmãos), em comemoração ao dia do estudante.
“No dia dos professores não tem aula”. Esse pensamento passeava por minha cabeça enquanto eu ia até o seminário. E eles ainda nos ensinam que temos direitos iguais, essa é mais uma coisa para a lista de coisas sem sentido prático que aprendemos na escola.
Após o divertido e proveitoso recreio, diria até que foi o melhor recreio de todos, retornamos ao colégio para assistir à última aula, que seria de português. (Nota póstuma: realmente foi o melhor recreio de todos)
Chegando à sala de aula, reparei que, no lugar da minha querida super linda e inteligentíssima professora de português, estava lá a secretária, minha prima de quem eu não vou puxar saco, Eliane, que bradou:
- A professora Adelinde não pôde comparecer por conta de uma forte dor no joelho, ela me fez responsável ela turma. – coitada, pensei – Vocês deverão fazer uma redação(esta redação) para entregar no final da aula.
- Essa Adelinde, ruim com ela, pior sem ela. (eu vou me arrepender de ter dito isso, né ?)
Bom, neste ponto o que me restava era escrever, mesmo agora, quando já haviam se passado dez preciosos minutos, que eu gastei estupidamente conversando com a Michelly com dois élles e ípsolon.
No dia do estudante, se não bastasse aula, (sendo que no dia do professor não há) tivemos ainda missa, matemática e um texto para ser escrito em meia hora.
De fato, não importou como o dia parecia tender para o caminho do bem, ele acabou assim.
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AriEL;
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Divirta-se: alcool e seus poderes curativos, coisas velhas, gabi owned, Letras do Nevermore são as melhores, situação tributária
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Ah, o verão... ¬¬
Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.
Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis.
Mas o principal ponto do verão é.... a praia! Ah, como é bela a praia.
Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.
Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.
Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.
O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando.
Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias.
Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.
E as crianças? Ah, que gracinhas!
Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo seus MP5s enquanto dormem.
As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo.
Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar o poço pra fincar o cabo do guarda-sol.
É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé.
Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar!
Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo.
Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.
Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa.
A gente abre a esteira velha, com o cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.
Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor!!!!!
Mas, claro, tudo tem seu lado bom.
E à noite o sol vai embora.
Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo.
O Shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde creme de barbear até desinfetante de privada.
As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa da praia oferece.
Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.
O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família.
Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical...
Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência.
Agradecimentos ao Rafael "Laranja" pelo e-mail enviado...
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Neckel
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11:44
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Divirta-se: anywhere posting, férias, não gosto de calor, odeio verão, verão
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Bola pra frente... (que atrás só vem o desespero)
Pensamentos como estes são comuns de serem pegos em trânsito pela minha cabeça, ainda mais agora que me encontro em uma situação completamente nova para mim: muito mais responsabilidade e compromissos a serem cumpridos e horários e datas a serem respeitados. Indiscutívelmente vi minhas notas cairem, senão melhor dizendo, despencando ladeira a baixo uma vez que assumi um trabalho a mais. Mas em compensação ainda posso ter algo para me queixar: estou no semestre dito mais difícil de minha graduação, portanto (segundo meus veteranos) se eu atravessar essa fase sem reprovação, os demais semestres serão mares de rosas comparados a este.
Então essa coisa de medo de reprovação é algo que me incomoda bastante, acaba por me tirar o sono em algumas noites e me toma boa parte do bom humor diário que ainda consigo preservar. Fico imaginando o que seria de mim se por acaso reprovar em uma das matérias que curso, se fosse demitido de um dos empregos, o que minha família diria de mim, o que meus amigos pensariam de mim. Pensamento bobo e sem fundamentos, eu sei, até parecem frutos de uma mente que só presa pela boa apresentação de uma imagem pessoal, que gosta de ostentar bons resultados e seqüências de aprovações. Mas não posso culpar ninguém a menos de mim mesmo nesse caso. Minha criação pôde até ter me "moldado" a pensar assim, mas no final das contas quem deixa estravazar esse sentimento sou eu! Acabo por quase chorar sozinho aos cantos uma vez ou outra quando não entendo um exercício necessário para um bom desempenho em alguma prova que virá, e isso somente por não aceitar que tenho a possibilidade de entrar em estado de atraso perante meus compromissos acadêmicos.
Sentimento terrível esse que assola minha alma. Mas o que fazer? Remediar a mente se faz com pensamentos alternativos com o objetivo de secundarizar os mesmos que nos causam transtornos. Alguma vez penso que não há grande problema na reprovação, isso só iria atrasar minha faculdade por um ou dois semestres, mesmo assim ainda teria emprego e faculdade, continuaria meu desenvolvimento profissional com apenas um tropeço. Vejo vários de meus colegas fazerem isso, se ralarem trabalhando em sabe lá Deus quantos empregos e ainda seguirem com a faculdade, que normalmente anda a trancos e barrancos, mas anda, e é isso que importa. Mas mesmo que tente pensar assim, eu acabo por não me conformar com uma possível turbulência em meus planos escolares, volto para minha "prisão de vidro" e assumo que não posso reprovar, do contrário não seria nada.
Mas a vida segue, o que levo disso tudo é que vindo qualquer resultado, o que vier estará bom, não adiantando (e nem querendo) chorar pelo leite (possivelmente) derramado. Como diriam propagandas em outdoors por aí, "sou brasileiro e não desisto nunca", assim digo eu e leo essa bandeira esticada no peito, não largo o osso até que meus dentes gastem. Vou fazer o possível (talvez até o impossível) para garantir minha aprovação (no que for).
Mas se tudo der errado, agente levanta a cabeça, enxe o peito, ergue o nariz e fala a todos os cantos do mundo: FUDEU.
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Neckel
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Divirta-se: fim de ano, fim de semestre, fudeu
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Just Thinking...
Lembro que durante o andar da carroagem gostava de escrever sobre tudo que me viesse a cabeça, sendo angústias ou felicidades, paixões ou decepções, entre outros assuntos que somente um adolescente problemático poderia dissertar sobre. Aprendi durante o caminho que nós, blogueiros pensadores (ou tentativas de), somos fortemente rejeitados em qualquer época de existência, seja no antigamente dominado pelos mIRC's da vida ou hoje pelo Orkut e blogs de Downloads em geral. Claro que não critico a existência destes nem me ponho em posição extrema pois em qualquer momento posso dizer que os sistemas mencionados sempre foram de vasta utilidade e, muitas outras vezes também, tiradores de sono e criadores de noites mal dormidas, mas isso não vem ao caso.
Então com o andar da carroagem, fui crescendo e amadurecendo, e durante este caminhar encontrei alguém muito especial, que por descuido (e muita idiotice minha) deixei escorrer por entre os dedos como se fosse areia do deserto. Claro que hoje vejo que isso só me fez crescer mais também, mas o que importa agora é o legado que essa perda me trouxe. Por algum tempo aposentei a Warehouse e me confinei em um poço de tristeza e decepção de mim mesmo, trancado a sete chaves em um submundo escuro eu estava a deriva de uma prisão de vidro (Glass Prison, este era o nome do blog). Enquanto eu trocava meu gosto musical do popular adolescente (Punk Rock "Blink 182" na época) pelo heavy metal progressivo minha cabeça ia mudando e meus instintos adolescentes de auto-afirmação se grudando com cada vez mais força em meus atos e modos cotidianos. A glass prison nada tinha de bonita, o template era sempre escuro com letras vermelhas e chamativas, e mesmo que eu continuasse a escrever de maneira mais reflexiva, como sempre tentei, desta vez eu deixava de lado a parte bela da vida e assumia que o mundo era uma bosta e que tudo conspirava contra mim.
Namoros mal acabados, injustiças dentro da escola em que eu estudava, brigas com os pais, incompreensão de meus atos por outros, tudo isso só alimentava meu instinto escritor. Mas nunca fui um adolescente 100%, por isso nem sempre descontava toda minha revolta nas teclas do já aposentado teclado do computador do meu pai, ainda tinha a parte de chamados da escola por parte de brigas, exclusões de sala, mal comportamento, etc.. Claro que nunca fui santo e admito isso, assim também como nunca vou afirmar que eu estive certo em alguns dos meus dias de "fúria" na adolescência.
A prisão caiu quando acabei voltando a namorar a mesma menina que havia namorado no tempo de "piá", deste tempo para cá acabou que por falta de tempo havia deixado de escrever e me concentrado em outras coisas que julgava mais importantes, assim como o namoro, o estudo, um bom trabalho, etc. Hoje vejo que essas coisas continuam sendo importantes, mas acaba que não me sinto aliviado deitando na cama e não expressando um pensamento que me fez parar e refletir durante o dia. Algo que me parece surpreendente é o fato de que quanto mais estudamos e focamos em uma coisa só, mais nos amarramos a uma vizeira de cavalo, ou seja, menos exergamos a nossa volta. Isso é fato! Digo por mim e pelo que parece das pessoas de meu círculo social. Exemplos clássicos são aqueles roqueiros de primeira linha que acabam quase parando de escutar o rock por trabalharem e estudarem ao mesmo tempo (não que eu não me encaixe nesse quesito). O que enxergo de mim mesmo de alguns tempos para cá é que a cabeça anda tão ocupada que as reflexões acabam ficando de lado e a vida começa a parecer algo mecânico do tipo: acorda, trabalha, almoça, trabalha, estuda, toma café, aula, dorme...
Então as vezes me pego pensando se é construtivo escrever mil palavras e um milhão de letras em um blog que ninguém lê ou comenta. A resposta é sim. Não ligo (mesmo que eu fale) que poucas pessoas leiam, me importa é que ando exercitando meu cérebro da maneira que fazia quando era mais novo, quando tinha menos coisas com que me preocupar. Mas de que isso adianta? Pelo que me lembre nunca cheguei a tirar notas baixas em redação, passo parte do crédito disto a esta arte blogueira. Escrever e ainda ser chamado de "poser"? A arte de se expressar é minha, me agrada da maneira que faço, quem souber ler, vai entender porque a imagem está ali. (Isso não é um ataque, é só uma auto-afirmação para lembrar dos meus tempos de adolescente =P )
Acho que por hoje era "só".
Grandes e fortes abraços
Concebido por
Neckel
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22:11
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Divirta-se: blog, blogs que não existem mais, loucura, NECKEL OWNED (raro), outros tempos, post infinito

